teus olhos negros me lembram a noite,
quase consigo enxergar as estrelas através deles.
um pequeno céu,
com um infinito de mistérios.
é perigoso te olhar,
eu não sei se resisto
a tudo que você provoca em mim.
teus olhos me trazem a paz de uma noite tranquila,
é como encarar o céu estrelado.
perco-me na tua imensidão
e não desejo voltar.
me conta os teus segredos,
desnuda tua alma para mim,
não há mais nada que nos impeçam de colidir.
tu me tocou tão suavemente
que a minha pele arrepiou,
tuas mãos descem pelo meu corpo
com a leveza de uma pluma e então,
ardemos em chamas.
você me tocou de tantas formas bonitas, meu bem
foi como uma colisão entre buracos negros.
e eu volto a pensar que
quando a alma já foi despida,
o corpo deseja despir-se também.
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